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13.11.03

Finalmente um tempinho para acertar o link da Dulce e escrever aqui o post anterior.
Um trabalhador honrado, um excelente profissional...
Por vezes olho a televisão e vejo em directo, pessoas distantes de casa, no estrangeiro; ou mesmo cá em Portugal, só que neste caso, embora perto de casa, estão fora a horas tardias. São profissionais de áreas diversas, jornalistas, políticos, futebolistas, militares, etc. e quando os vejo, dou por mim a tentar imaginar a vida privada daqueles homens e mulheres, em especial na sua família. Onde estarão naquele momento, o seu cônjuge e os seus filhos ?
Vivemos numa sociedade onde o trabalho e a carreira profissional tudo justificam. Em nome do trabalho, abandona-se o lar e aqueles que se amam, arrisca-se a educação correcta dos filhos, arrisca-se um casamento com hipóteses de ser feliz e perene; arrisca-se a saúde e até a própria vida.
O que motiva estas pessoas ? Porque se definem pelo que fazem profissionalmente ? E porque razão a sociedade encoraja esta loucura ?
Actualmente parece ser moda acusar os computadores e em especial a internet, como um vício terrível que isola as pessoas do convívio dos outros, ainda que dentro do seu próprio lar. Fala-se até de “viúvos da internet”, a respeito dos cônjuges que se queixam de terem sido abandonados por alguém que prefere estar na net, do que estar sentado no sofá, frente ao televisor.
Reprova-se este comportamento porque não se trata de estar a trabalhar. Em nome do trabalho, pode-se ficar fora de casa uma eternidade, não ver crescer os filhos, dar até umas “facadinhas” no matrimónio; por outro lado, contra a internet, reprova-se o simples acto de estar na sala ao lado, dentro da própria casa.

30.8.03

No dia 25 de Agosto tive 0 visitantes. Isso mesmo, nenhum visitante.
Penso poder dizer que mais do que os milhares de deslumbrados que diariamente visitam o abrupto, 0 visitantes num podem estar errados. Obrigado a todos.

9.8.03

Incêndios 3
Seguindo pelas curvas das Mouriscas, atravessando as aldeias seguintes, rumo a Norte, reparo num pormenor constante: sempre uma densa floresta de pinheiros bravos e eucaliptos, fazendo uma mancha verde contínua, que vem deste o cimo dos montes e, descendo, se estende até dentro das próprias povoações, penetrando-as, envolvendo casas e outras construções.
Perto destas aldeias, aquilo que antigamente eram quintais, hortas e pomares bem lavrados e cuidados, hoje, na sua maioria, não passam de campos abandonados, invadidos por enormes balseiros e ervas secas. As próprias bermas das estradas, cheias de ervas altas parecem ter deixado de beneficiar dos cuidados dos cantoneiros, que antigamente eram usuais.
Ao contrário do que se pode ver em alguns concelhos mais a sul, aqui nesta região do centro de Portugal, praticamente não existem aceiros e a construção de estradões por entre as matas, sofre normalmente de feroz oposição por parte dos proprietários. Desta maneira, quando surge um incêndio, fica muito difícil combatê-lo.
Por volta das 16 horas chego à terrinha. Junto a casa, sentados cá fora, os meus pais; a minha avó, que tem noventa e tal anos e ainda o juízo todo; tios e primos, num total de 14 pessoas.
Apontam-me o local até onde chegou o fogo. Vê-se perfeitamente a copa amarelecida dos pinheiros queimados, a uns 200 metros das nossas casas. Vá lá, já houve vezes piores. O vento, desta vez ajudou, dizem-me. Mas ainda não é certo que o fogo não possa reacender-se e, à cautela, 4 moto-serras descansam no chão, prontas para qualquer eventualidade. Neste momento são a melhor arma contra o fogo, porque as torneiras ainda não têm água e a «trovoada seca» que fez no Sábado, mandou um raio que inutilizou a bomba eléctrica do furo de captação de água subterrânea que a gente tem.
Após um curto descanso, decido ir até ao centro da aldeia. As ruas desertas parecem dormir a sesta, está muito calor. Estaciono no largo, frente ao café do Luís e caminho até lá. Antes de entrar, cá fora, na rua, reparo num gerador a gasolina que vai suprindo com ruído, a falta de energia eléctrica nas tomadas.
Ao contrário das ruas, o café está cheio e barulhento. É tudo pessoal conhecido e vou cumprimentando todos à passagem, enquanto me vou chegando até ao fundo da sala, onde estão os meus primos Tó e Zé Cláudio , entretidos a emborcar minis, com a barriga encostada ao balcão.
( Tanto quanto sei, no Brasil não são costume as garrafas de cerveja pequenas, como a ?mini? que tem 200 ml e a ?média?, com 33 cl. Por outro lado, a cerveja portuguesa é mais forte ).
Os meus primos, que são como meus irmãos, ficam contentes por me ver. Junto-me a eles, mas como não bebo álcool ( nem água oxigenada), em vez duma ?Sagres? ou ?Super Bock?, peço antes uma Seven Up.
O assunto de conversa é todo o mesmo, só se fala de incêndios. Esta malta não dormiu a noite passada, ocupados a combater o fogo. Alguns estão com aspecto deplorável. O Tó, por exemplo, é alto e magro, tronco nu, quase esquelético; calções e chinelos de praia; barba mal semeada, por fazer; um cabelo loiro, curto, mas sujo. O Zé Cláudio, tá na mesma, só por dizer que usa uma T shirt toda cagada, na vez de andar em troco nu. Vendo-o, ninguém diria que trabalha numa conhecida instituição cultural, em Lisboa, onde ganha balúrdios.


Incêndios 4
É opinião unânime que os fogos só ganham toda esta dimensão, devido ao estado das nossas matas. Porque afinal, toda a vida fez calor no Verão e os meios de combate a incêndios antigamente ainda eram mais escassos, mas não havia fogos tão grandes como há agora.
A diferença é que antigamente as matas eram limpas e andava sempre lá gente a trabalhar, agora não. Pelo menos aqui, já não se colhe a resina, nem se aproveita o mato. Pior que isso, a maioria das aldeias ficaram desertas, porque os filhos da terra emigraram para a França ou mudaram-se para «Lisboa». Portanto, os pinhais agora pertencem a pequenos proprietários idosos, que recebem pensões de miséria e não possuem meios económicos que lhes permitem cuidar devidamente das courelas, ou pertencem a herdeiros que moram longe e não têm vida para cuidar de pequenas parcelas de pinhal que não dão rendimento quase nenhum. Por isso, estas propriedades acabam sendo abandonadas, acravando-se de mato, que quando lhe pega o fogo é pior que pólvora.
Os restantes proprietários, os que ainda vão vivendo da floresta, como o que interessa agora é já só a madeira, vá de plantarem eucaliptos. Ora o eucalipto é uma árvore lixada porque, segundo me contaram, deita no ar uma substância altamente inflamável de propósito, para quando há fogo, fazer arder as árvores de outras espécies à volta. É que depois de arder, o eucalipto normalmente não morre e volta a crescer, enquanto o pinheiro e as outras árvores morrem mesmo. Trata-se duma forma, que o eucalipto tem, de fazer expandir a sua espécie.
A grande causa destes incêndios florestais vem do abandono e gradual desertificação do interior rural português. Os poucos que lá restam, são portugueses pacíficos e humildes que nunca reclamam, nem se revoltam e por isso, o poder político não se preocupa com eles.
Em época de eleições, passam por lá as caravanas das campanhas eleitorais e é ver esses ingénuos portugueses acorrerem aos comícios, de bandeirinha na mão e aplaudirem entusiasticamente os «salvadores» da Pátria. Mas a verdade, é que cada vez mais as pessoas vão abandonando os campos para se instalarem nos meios urbanos e o poder nada faz para estancar a hemorragia e promover a fixação das pessoas no interior do país. É como se não houvesse já gente a mais nas grandes cidades.
Este caso dos incêndios, ano após ano, é bem revelador da total indiferença dos sucessivos governos em relação às populações rurais e dos seus problemas. A atitude deste governo, em relação aos incêndios deste ano é tal e qual a mesma que teve o JPP no Abrupto: uma incapacidade de, imediatamente, avaliar a real dimensão do problema e adormecer na ideia cómoda de que a tragédia anunciada por todos os órgãos de comunicação social não passava de exageros.
Foi pena as palavras dos jornalistas não terem servido para nada, senão tarde. Penso que uma das grandes capacidades que qualquer político deve ter, é justamente a de conseguir avaliar correctamente as situações, em tempo oportuno.
Poderá parecer que o peso eleitoral destas regiões é pequeno. Convém não esquecer a quantidade de eleitores recenseados nos centros urbanos, naturais destas zonas. Se bem me lembro, em anos de grandes incêndios florestais, normalmente as eleições seguintes foram de mudança. Recordo-me perfeitamente do último Verão do governo do Professor Cavaco Silva.
Incêndios (parte 1)
A terrinha da minha adoração é uma pequena aldeia que fica no centro de Portugal, algures na Beira Baixa.
Algarve, uma ova, antigamente eram sempre lá as minhas férias de Verão.
Uma vez, aqui há uns anos, acordei de manhã com o sino da igreja em aflito rebate - eram as courelas de pinheiros à volta da terra que ardiam.
O povo, todo, tratou logo de combater o incêndio como pôde, moto-serras, enxadas, ramos de pinheiro, etc.
Eu e o meu avô paterno também fomos ajudar, mas a certa altura deixei de o ver. Não passou meia hora, vieram avisar-me que tinha ficado cercado pelas chamas, lá junto a umas terras que eram dele e do irmão...
Por sorte, o local era rochoso: correndo pela parte já queimada conseguiu subir a um penedo e de lá, passar para uma zona ainda não ardida de onde puderam chegar-lhe e levá-lo de urgência para o hospital. Não que as chamas lhe tivessem pegado, mas o calor tinha sido tanto que lhe deixara queimaduras no rosto, peito e mãos.
O incêndio continuou imparável. Ao meio da tarde, chegou junto à aldeia ameaçando as casas. As mais desesperadas eram a casa dos meus avós e a duma tia do meu pai.
Nas traseiras das duas casas, havia um perigoso palheiro cheio de palha, propriedade dum vizinho e uma encosta repleta de pinheiros e mato que começava a arder.
Tiraram-se os porcos das pocilgas, para que se salvassem.
Entretanto, apareceu ali imenso povo para defender as casas e também um carro dos Bombeiros. A derradeira esperança era um caminho de acesso, paralelo às duas casas, distante uns 20 metros. Havia que evitar a todo o custo, que o lume atravessasse esse caminho e incendiasse os pinheiros da parte de cima. Enfim, mandando água e cortando alguns pinheiros, conseguiu-se que somente tivessem ardido os da parte de baixo e lá se acabou por conseguir salvar as habitações à tangente, quase por milagre.

P.S.
1. Devido aos ferimentos, meu avô ficou hospitalizado 30 dias, durante os quais não pôde beber vinho, apesar de um enfermeiro lhe ter descoberto uma garrafa debaixo da cama. Após receber alta, continuou os tratamentos em casa. Ficou com grandes cicatrizes nas mãos e também dores, de que se queixou até ao resto da vida. Morreu com 93 anos.

2. Depois deste incêndio grande, sem contar com os sustos, já sucederam mais 2 fogos junto à povoação, numa média de 1 grande incêndio por cada 10 anos. O último, foi este domingo passado.
Já se perderam largos milhares de contos, mas ainda não foi desta que o fogo destruiu a aldeia. Não se fazem aceiros, e os pinheiros continuam junto às casas, prolongando a floresta até elas.
Tá-se bem !

Incêndios 2
Perante as notícias que chegavam sobre os fogos, "saltou-se-me a tampa" e fiz-me ao caminho, depois do almoço, rumo à terrinha.
Em Montargil, já a viagem ia em 1 hora e meia, de repente o carro começa-me aos soluços, até que o motor se vai abaixo e fico parado, mesmo em frente ao Hotel Barragem. Olho para os ponteiros do tablier: tudo normal. Respiro fundo e dou à chave da ignição com pouca fé...
Para minha surpresa, o motor volta a trabalhar. Recomecei o andamento, mas sempre à espera de novo falhanço do motor, um que me deixasse parado de vez.
Chegado à Ponte de Sôr, nos arredores, parei para ver o motor. Sei lá, não percebo nada de mecânica, mas pronto...
Obviamente não descobri nada, voltei a sentar-me ao volante: o motor pegou outra vez, logo à primeira. Arrisquei continuar.
No alto da Bemposta, vi os primeiros sinais de fogo. Uma grossa coluna de fumo elevava-se ao longe. Onde seria aquilo, Gavião ? Não sei...
Passei pela terra do Professor Manoel Rodrigues e logo a seguir, do lado esquerdo da estrada, oliveiras ainda fumegantes. Mais à frente, eucaliptos e sobreiros também.
Um fábrica de torrefacção de café e outra de cortiça tinham conseguido escapar às chamas, felizmente.
Em Rossio ao sul do Tejo, um enorme manto de fumo envolvia a cidade de Abrantes. Atravessei a ponte sobre o Tejo, no sentido Sul-Norte. À minha esquerda, a margem sul, que é íngreme, ardia.
Segui para o lado de Alferrarede. A seguir ao Olho de Boi, entrei na A23. Passado um instante, acabado de ultrapassar um camião, volta a falhar-me o carro: soluços e perda de potência. Achei perigoso prosseguir na auto-estrada, saí nas Mouriscas.
O carro parecia portar-se sem problemas a baixa velocidade, então iria pela estrada velha, pelas famosas curvas.
Tal como previa, andando devagar não voltei a ter problemas até casa dos meus pais.
(continua)

2.8.03

A consciência de que estás aí.
Talvez por ser instantânea, a blogoescrita tem a consciência de que estás aí e portanto, é uma escrita que tenta comunicar contigo. E porque se trata de comunicar contigo necessita duma resposta tua. Compreendes-me ?
Escreve-se um blog de forma muito menos cuidada que um livro ou mesmo um artigo de jornal, porém a grande diferença que ressalta entre blogar e escrever, é a mesma que diferencia o diálogo, do monólogo.
Esta parece-me ser a grande novidade do blog e a sua principal força. É o regresso à escrita pessoal.

Sei o que fazes no duche.

16.7.03

Porque vicia a internet ?
Na verdade, a internet por si só, não vicia. O que acontece, é que normalmente, a internet facilita a vida a quem é viciado em algo. Gastam-se horas infindáveis na net, porque é possível alimentar facilmente certos vícios através dela. Ou seja, a internet não é o vício em si, mas apenas o meio que ajuda a satisfazer o vício.
Por exemplo, se você for viciado em jogos, música, pornografia, etc. você consegue passar sem net, mas é muito mais fácil satisfazer o vício usando a rede.
Vejamos, por exemplo, um caso muito comum: imaginemos um homem vulgar, ainda jovem, que entra algumas vezes numa sala de chat. Ao contrário do que se passa no mundo real, ele encontra várias mulheres desconhecidas dispostas a conversar com ele em privado. Após uma ligeira apresentação do perfil de cada um, ele e ela escrevem abertamente sobre assuntos íntimos.
O uso de um nickname que confere o anonimato, permite tanto a ele, como a ela, serem seguros e ousados. O chat é um meio que permite trazer à superfície os desejos sexuais e amorosos que permaneciam recalcados dentro deles. Entretanto, a troca de confidências faz gerar uma cumplicidade entre ambos, a conversa torna-se insinuante e inicia-se um autêntico jogo de sedução.
Após aquela conversa, poderão voltar a conversar para continuarem o jogo, ou não. Mas ele e ela, muito provavelmente, irão voltar ao chat vezes sem conta, em busca do prazer erótico que é conhecer novas pessoas e jogar, uma vez mais, o “jogo da sedução”.
Na verdade, eles não são viciados em chat, muito menos em internet, são é viciados em amor. E para os viciados em amor, a internet é apenas o meio que permite, através do chat, do netmeeting, da troca de mails, etc. dar largas à fantasia e ao vício, ou se preferirem, satisfazer a natural necessidade de amor e erotismo que há em cada um de nós.
A consciência de que estás aí.
Talvez por ser instantânea, a blogoescrita tem a consciência de que estás aí e portanto, é uma escrita que tenta comunicar contigo. E porque se trata de comunicar contigo necessita duma resposta tua. Compreendes-me ?
Escreve-se um blog de forma muito menos cuidada que um livro ou mesmo um artigo de jornal, porém a grande diferença que ressalta entre blogar e escrever, é a mesma que diferencia o diálogo, do monólogo.
Esta parece-me ser a grande novidade do blog e a sua principal força. É o regresso à escrita pessoal.

5.7.03

Tenho uma amiga, excelente conhecedora de homens, que me garante que o gajo do "meu pipi" é roto.
Diz-me que um homem a sério nunca escreveria um blog a não ser para engatar gajas. Ora será a escrever um blog com um montão de palavrões que se engatam miúdas ? Só se forem algumas ordinarecas e mesmo assim, das burrinhas. Mulheres de classe ? Ná...
O gajo é roto e não percebe nada de psicologia feminina.
Portugal Sui Generis
Como proceder em relação à não presença no hemiciclo da A.R. pelos 30 deputados portugueses que foram a Sevilha ?
Uma vez que na final da Taça UEFA não esteve somente o F.C.P., mas também uma equipa escocesa, seria interessante saber de que forma se resolveu a questão por parte dos parlamentares escoceses e já agora da presença do primeiro ministro Britânico, bem como da Chefe de Estado do Reino Unido na final de Sevilha.

24.6.03

Isto não fica assim
E agora, é hora de ir dormir.
Um dia eu volto.
Hoje, em princípio, este blog entrará em fase de prolongada hibernação. Devo dizer, em jeito de balanço, que a minha actividade como blogueiro, foi uma experiência muito gratificante.
Desde 2001 calculo ter tido perto de 25.000 visitas, sobretudo no blog "O meu problema é sexo", que inicialmente esteve alojado no Weblogger e posteriormente se estendeu ao Blogger brasil.
O meu record pessoal de visitas num só dia foi de 325, aconteceu em 5 de Junho de 2003. Mais do que aquilo que alguma vez conseguirão alcançar a maioria das actuais "vedetas" da nossa blogosfera nacional. Os tais do "serviço público".
Evasões
O Gonçalo Trafaria, é um execelente blogueiro que nos deixou aqui um simpático comentário. Movido pela curiosidade fui visitar o blog dele e posso dizer que foi um tempo bem empregue. Li e gostei bastante.

20.6.03

Blogo censura
Pois é, não me enganei a respeito do Blogo. Trata-se duma jogada para manipular as audiências dos blogs portugueses.
Entretanto, como forma de censura, apagaram alguns dos meus blogs da lista deles. Imediatamente desceu o número de visitas nos blogs visados. É isso, o Blogo faz censura !
hehehehehe não pareço o homem da conspiração ?
Mais um Blog português a ser falado no Brasil. Desta vez foi o Esquissos, da Dulce Dias, destacado no Jornal O Globo, pela coluna do Gravatá.
Os Blogs de Portugal e o Futuro
Uma vez que o fenómeno Blog em Portugal está atrasado, não é difícil prever a sua evolução. Assim, o que vai acontecer, será:

- Fim da maioria dos blogs colectivos.

- Perda de influência dos apontadores, incapazes de acompanhar o número crescente de novos blogues.

- Blogs humorísticos no top da popularidade. Serão os mais lidos e eventualmente, alguns dos seus autores poderão ser contratados para escrever profissionalmente.

- Os adolescentes irão aderir em massa à febre dos blogs, especialmente a raparigas.

- Os blogs escritos por raparigas descrevendo a sua vida erótica também serão muito populares e imensamente comentados pelos rapazes.

- Perda de importância dos blogs políticos.

- Em época de eleições, alguns blogs apresentarão propaganda eleitoral, sob a forma de gifs e banners.

- Praticamente não existirá um blog sem sistema de comentários, ou links para outros blogs.

- Banalização de audio posts.

- Surgimento nos jornais portugueses, de colunas dedicadas a destacar blogs. Estilo esta aqui.

- Os blogs de figuras públicas, estilo Abrupto serão muito populares. Principalmente os blogs de músicos e actores.

18.6.03

Blogues

Anuncio o nascimento do Blogues, o novo apontador de blogues lusófonos.
Um apontador sem discriminações, nem censura. Agradeço desde já que coloquem um link para o Blogues no vosso blog.
Aprendam
Falemos de ménage a trois. Parece-me que o segredo para que, das três pessoas, não haja a tendência que uma fique a sobrar é, em cada instante, duas terem um papel activo e só uma um papel passivo.
Assim, por exemplo: entre um homem e duas mulheres. As duas poderão "tratar" dele. Será errado ele querer "tratar" das duas ao mesmo tempo. Depois, poderão trocar. Uma das mulheres assumirá o papel passivo, em troca directa com ele.
Jogo da esporradela

A ideia é esporrar somente para dentro dos preservativos. Para isso, carrega-se na barra de espaços e nas setas direita e esquerda. Tens 1 minuto para encher todas. Esporradelas fora, dá direito a bébés. 3 putos, perdes o jogo.
Vou pavonear-me
O JPP, dono do Abrupto, outro dia declarou Vasco Graça Moura como sendo, o primeiro poeta português a usar a palavra blog num dos seus poemas.
Devo dizer que também eu, modéstia à parte, desflorei alguns hímens da blogosfera lusa.
Para que conste:

- Fui o primeiro português a fazer um post sonoro.
- Participei no primeiro blogue português colectivo, o extinto "Sexynavigator".
- Sou o português com mais blogues (16).
- Trato por tu, os 5 melhores mecânicos da Europa.

O Blogo não possui a secção "blogues de sexo"... estranho.
Olhando para o top das homepages do sapo, verifico que maioria das páginas pessoais de maior sucesso em Portugal, são tudo menos intelectuais. Lícito será supôr que, muito em breve, também os blogues portugueses mais populares serão humorísticos ou eróticos. Esperemos portanto por blogues parecidos com o "Mangalho", "Emplastro", "Caricaturas", "Orelhudo", etc. Serão eles os campeões de audiências na blogosfera


Entretanto... aprendam a editar imagens nos blogues. Dêem ao Povo aquilo que ele quer ver.

O Blogo chama aos blogues do serviço público, blogues de referência e incontornáveis...
Eu, que sou um dos blogueiros mais antigos de Portugal. Eu, que tenho 16 Blogues e sou lido, naturalmente, por centenas de visitantes serei então o quê ?
Bom, se isto não é ser uma referência, se isto não é ser incontornável... então, não sei.
Acho que nem o cú da Fatinha é tão incontornável.

17.6.03


Toda a gente sabe que a política é a sexualidade dos intelectuais. Eu, como não sou intelectual, prefiro o produto genuino. A razão de escrever blogues é, justamente, engatar gajas.
Se este blog vai terminar, não é por causa de uma dúzia de betinhos, pavoneando-se em bicos de pés, que apenas sabem escrever do que vêem na tv e lêem nos jornais. Acabo, porque há a possibilidade de duas amigas minhas alinharem comigo num ménage a trois.

16.6.03

Pensar os Blogues. Versão 1.0 (à moda do JPP).
Para a estabilidade da Blogosfera lusa, parece-me importante que exista a consciência de que é urgente acelerar o processo de formação das várias "tribos" blogueiras. Cada um de nós deve, individualmente, tentar encontrar os seus semelhantes, sob pena de andarmos ás turras uns com os outros, devido ás diferentes maneiras de ser, de estar e de pensar.
Neste momento, a "tribo" mais avançada e organizada, no seu processo de formação, é a dos "Betinhos", divididos nos seus dois principais sub-grupos: a dos Betinhos, propriamente ditos (de direita) e a dos Comuna-Queques (de esquerda).
O polo aglutinador desta tribo blogueira e a razão do seu avanço em relação ás demais é... o Blogo.
Para desfazer equívocos, seria vantajoso o blogo assumir a sua função de apontador, não de todos os blogues portugueses, mas apenas dos blogues Betinhos e Comuna-Queques.
Serviço Público
Serviço Público a sério, é o que têm feito, ao longo deste tempo todo, aqueles blogs portugueses mais antigos que, à falta de leitores portugueses, se esforçaram em ir mostrando além-mar, a mensagem do que é Portugal.
Fim anunciado
O "Binoculista" vai de facto, acabar. Porém, antes disso, um último combate: gritar, durante alguns dias, que é completamente injusto e inaceitável, que o blogo faça as discriminações que faz e, por exemplo, rotule dúzia e meia de blogs como sendo de serviço público.
A blogosfera quer-se como um rio, de águas que se renovam e transportam vida. Não como um charco de águas paradas e estanques.
Dar destaque sempre aos mesmos é trazer para a blogosfera aquilo que Portugal tem de pior: o círculo fechado de amizades, as clientelas, as cunhas, a falta de mentalidade democrática.
A tia Cora
Entretanto, o Jorge Candeias, dono do "Lâmpada Mágica" ficou aborrecido por lhe ter "dado nas orelhas" a propósito da forma nada lisonjeira como se referiu ao blog InternETC, escrito pela Cora Rónai.
Espero que, ao menos, a polémica sirva para alguém aprender um pouco sobre a blogosfera Brasileira, quem é a Cora Rónai e o que é o InternETC.

14.6.03

ESTE BLOG VAI ACABAR.
Aguardo serenamente o devido destaque pelo Blogo; súplicas para que não acabe, pelos blogs da "seita" (os VIPs) e um editorial elogioso num jornal de referência, mas escrito por alguém que, não só use gravata, mas também aliança de casado no dedo e o rosto devidamente escanhoado.
A história dos Blogs
Tentei saber quando surgiram as primeiras páginas weblog.
Consegui encontrar esta aqui, cujo post mais antigo é de 15 de Fevereiro de 1996.
No Brasil, o blogueiro mais antigo é uma moça chamada Viviane Menezes e bloga desde Fevereiro de 1998.
Em Portugal, não sei. Os primeiros blogs portugueses que encontrei, em 2001, foram, a "Gata das Pantufas" (alojada no sapo), o "Esquissos" da jornalista Dulce Dias, o "Fotes", o Pixelog do Adzivo e o "Sad Angel".
A Lâmpada Mágica: "Que aconteceu ao blog do Possidónio Cachapa, que estava onde agora se encontra uma treta qualquer brasileira chamada internETC.?"

Grave, não é alguém ter chamado, por ignorância, "treta qualquer" ao blog internETC. Grave, é o destaque dado a tal disparate pelo Blogo, no seu "posto de escuta".

Para quem não sabe, o InternETC é um interessante blog, escrito pela jornalista Cora Rónai, editora do caderno de informática do jornal O Globo. Trata-se dum blog bastante popular na blogosfera brasileira e que possui mais visitas num dia, do que aquilo que o "lâmpada mágica" tem num mês.
A Coluna Infame acabou ? Seria uma excelente notícia, se por acaso não tivesse a certeza matemática de que voltarão. Resta saber se, em grupo, ou a solo.

13.6.03

Mar Portuguez
Destaque para o Blog "Mar Portuguez" que foi esta semana destacado no Blogger brasileiro, sendo considerado um dos "Blogs of note".
Aproveito para transcrever algumas ideias desenvolvidas pelo autor deste blog a respeito dos blogs portugueses, com as quais concordo plenamente:
"É impossível resistir ao carinho e amizade dos brasileiros, e enquanto alguns blogues portugueses perdem o seu tempo com guerrinhas estéreis, eu posso dizer que tenho o privilégio de partilhar este espaço com blogueiros brasileiros que perdem o seu tempo sim, mas a comunicarem entre si, a partilhar experiências de vida, ideias. Sem etiquetarem alguém por ser de direita ou de esquerda, por ser católico ou muçulmano. Por ser novo ou velho. Os brasileiros que estiverem a ler isto devem achar estranho eu fazer referência a estes factos. Pasmem, mas entre 600 e tal blogues portugueses, a meia dúzia dos que são mais falados (tenho sérias dúvidas que sejam os mais lidos, embora uma coisa acabe por levar à outra), faz questão de dividir os blogues portugueses como sendo de direita, esquerda, centro ou desalinhados. Além disso esta meia dúzia de blogues colocou-se num pedestal, e só comunicam entre eles, fingindo que mais ninguém existe. E quando existe é para que lhes prestem vassalagem, como se na blogosfera houvesse blogues aristrocráticos e blogues plebeus. Recusam-se a entender que o que a blogosfera tem de mais interessante é poder contactar com pessoas com as quais normalmente não nos cruzariamos na rua, no café, no trabalho. Se querem simplesmente conversar com os vossos amigos de sempre para que é que usam os blogues? "


O atraso do costume
Os blogs não são uma coisa, assim, tão recente.
Portugal é que é um país de atrasados. Não temos a culpa que alguns intelectuais da "treta" só agora estejam a descobrir a existência de blogs e por isso não hesitem em considerá-los o último "grito" da moda.
O atraso português, neste capítulo (ah, se fosse só nisto) é de vários anos. Em relação ao Brasil, por exemplo, os blogs portugueses estão atrasados em 2 ou 3 anos.
O que procuram as pessoas nos blogs ?
(interrogação feita no Abrupto, pelo JPP)

Esse estudo já foi feito, é muito simples:

63 % Querem ver fotografias de mulheres nuas.
24 % Querem ver fotografias (de homens fardados ?)
5% Querem músicas
3% Querem downloads.

Fazendo as contas, conclui-se que apenas 5 % das pessoas querem ler blogs.

(O melhor, é irem aprendendo como se publicam imagens no blogger).
Assim como a televisão não é uma espécie de rádio com imagens, também os blogs não são artigos de jornal em formato electrónico. Eis um dos grandes equívocos dos novos blogueiros portugueses.
Se não existissem Televisão e Jornais sobre o que escreveriam os mais "destacados" blogueiros portugueses ?
Foi mais ou menos esta, a interrogação feita pela dona do blog "I believe I can fly", docente universitária e blogueira praticamente ignorada (como eu).

11.6.03

Blogo, só para amigos ?
Penso que o blogo.no.sapo tem muita culpa em dar destaque apenas a alguns blogs e ignorar outros.
São sempre os mesmos a serem destacados. Ao menos no "posto de escuta" deveriam ter escrito algo a respeito daquele meu post acerca dos blogs portugueses e brasileiros. O tal que mereceu referências dos jornalistas brasileiros e completamente ignorado em Portugal.

7.6.03

Novos Blogueiros portugueses, a maioria convencidos e herméticos.
O meu post sobre a comparação entre blogs portugueses e blogs brasileiros, mereceu o destaque e a referência de vários brasileiros. Entre eles, Cora Rónai, Jornalista do Jornal "O Globo" e também Pedro Dória, jornalista com vasto curriculum e colaborador do site "no mínimo Ibest"
Do lado de Portugal: Nada ! Nem uma palavra, nem uma referência.
São muito intelectuais estes novos blogueiros portugueses. Qualquer dia, ainda um se lembra de afirmar que foi ele quem inventou a internet.

3.6.03

Os blogs em Portugal e no Brasil
Iniciei o meu primeiro blog em 2001. Na época, não conhecia nenhum blog português. A minha aprendizagem, na falta de referências lusas, fez-se naturalmente, com a "escola brasileira". O meu primeiro "mestre" foi o Iberê Rodrigues, que escreve o pic-ceu e que apesar de praticamente desconhecido, continua a ser para mim, o melhor blogueiro de língua portuguesa que li até hoje.
É evidente que este termo "escola brasileira", é algo muito amplo e de contornos difusos. Basta-nos comparar os "destaques" do Weblogger Brasil com os "Blogs of Note" do blogger.br para verificar que a "gurizada" (a gaiatagem) está quase toda no Weblogger e o pessoal mais velho, no blogger (uns no brasileiro, outros no americano) e que entre ambos, existem diferenças abismais. Mas ainda assim, penso que é real a existência dessa "escola brasileira", porque independentemente da idade do blogueiro, é comum aos blogs "made in brasil" a existência duma festa de cor e arte visual, que raramente encontramos paralelo nos blogs anglo-saxónicos, sempre austeros na sua aparência.
Comparando os blogs do Brasil com os de Portugal, diria que a grande diferença entre eles, deriva do enorme atraso que os portugueses sofrem em relação aos do Brasil.
Em Portugal, o movimento blog só agora começa a "mexer", enquanto no Brasil as coisas vão já naquela triste fase, que um dia Portugal também há-de viver, em que os blogs são algo tão comum que, até mesmo qualquer adolescente retardado, desde que se interesse por internet, tem o seu blog.
A tristeza reside, evidentemente, em o blog desses adolescentes consistir assim numa "coisa" com música e uma mistura anárquica de bonecada, erros grosseiros de ortografia e abreviaturas.
Em Portugal, muito boa gente ainda julga que um blog deverá conter textos repletos de pérolas literárias e ter uma utilidade superior qualquer, que não seja irmã daquela que leva multidões a fazer sexo sem objectivos de procriação: o mero prazer.
Pela minha parte, escrevo, leio blogs e faço amizade com blogueiras, como quem entra num autocarro (ônibus) e se lança numa agradável excursão turística. Só que neste caso, a excursão é fazer visitas pela vida, pela alma e por tudo o que calhar, fazendo como é normal em qualquer excursão, paragens pelos pontos de maior interesse (sexo, por exemplo ).
Ora uma excursão, mais do que do que visitarmos pela 23º vez o mosteiro da Batalha, o Santuário de Fátima, ou a Serra da Estrela, tem a sua grande piada nos amigos que nos acompanham também nessa viagem. É o tipo engraçado que conta umas anedotas ao microfone do autocarro; são as duas boazonas que vão sentadas no banco ao lado e a quem jogamos olhares; são as músicas pimba (brega) que ouvimos e cantamos todos animadamente. Assim é, também aqui, na excursão que é este blog, pois temos o Bob Bactéria, o Carlão, o Fenris, as meninas todas e temos até, aqueles mais velhos (os Fernandos) que, já muito experientes, não se deixam atemorizar com o título malandreco e enganador que este blog tem.
Se blogueiros portugueses aqui não há (ou muito poucos), a culpa não é minha. Chamo-os, eles é que não vêm.
Mas independentemente de me sentir à margem do mundo blogueiro português, tal não me impede de acompanhar a sua evolução e talvez até, por causa desse meu distanciamento, verificar com certa objectividade, o autismo de que muitos blogs portugueses padecem. Muitos vão ao ponto de não possuirem sequer links para outros blogs, nem sistemas de comentários. Tratam-se de blogs ensimesmados. Ora qualquer gajo que escreva um blog nessas condições, é como fazer amor... solitariamente e portanto, para mim, esse blog tem o valor que tem a mera masturbação (mental, passada a escrito). É triste.

As coisas, entretanto, agitaram-se com o interesse despertado em alguns profissionais da escrita acerca dos blogs. Sobre o que escreveu Paulo Querido, não vou fazer comentários porque sinceramente não li o que escreveu. Prefiro ler os jornais que, estando na internet, se deixam ler sem mais custos, a não ser aquele que todos os meses me cobra a Tv Cabo (navego à minha conta, não à "mama" do Estado e também não tenho patrão).
Relativamente ao surgimento abrupto de José Pacheco Pereira, devo declarar que não me chateia nada e vejo até com bons olhos, que surjam mais como ele.
Uma reacção hostil à chegada dos profissionais da escrita ao mundo dos blogs, far-me-á sempre pensar que se trata um pouco do mesmo tipo de reacção daquelas senhoras de Bragança, em relação ás "profissionais" brasileiras a exercer na região. Inútil e risível.
Por outro lado, convém desde já ir avisando para alguns equívocos, próprios de quem começa e tem mais que fazer do que andar a pensar só em blogs e gajas, como eu.
Em primeiro lugar convém desde já assinalar que, em sentido estrito, o "Estudos sobre o comunismo" não é um blog. Na minha opinião, trata-se duma página web que usa a ferramenta blogger, mas definitivamente não é um blog. É como alguém que toma a carreira 23 da Carris e apesar de entrar num autocarro, não está numa excursão. O "espírito blog" não está presente nos "Estudos sobre o comunismo", aqueles textos poderiam ser um livro ou um artigo de jornal.
Desfeito o primeiro equívoco, vamos agora ao Abrupto.
Um pouquinho com os tais defeitos que já apontei à generalidade dos blogs portugueses, há no entanto que reconhecer que o Abrupto de facto, é um blog.
Da mesma forma que não acho bom para as profissionais do sexo, estas darem borlas aos clientes, também tenho as minhas dúvidas que seja benéfico para os profissionais da escrita desatarem a escrever de borla (de graça), mesmo que seja em blogs. Mas isso será sempre uma opção pessoal, obviamente.
Conheço alguns blogs (brasileiros) escritos por jornalistas. Costumam apresentar-se antes de tudo como seres humanos e entre amigos, pelo que nessa condição, o traje é informal e a conversa é, apesar de escrita, próxima das conversas de café. Nestas circunstâncias, quase todos sabemos que é conveniente não só falar, mas também ouvir. Senão, a conversa tranforma-se em monólogo, ou pior ainda, em aula de faculdade.
Para terminar, só referir que no Brasil já se passou essa invasão de vips armados em blogueiros e ninguém morreu. Cada vez há mais blogs. ( Mas apesar de serem milhares e milhares, falam uns com os outros, faz parte ).

15.3.03

A 3ª Guerra Mundial.
A 3ª Guerra Mundial, pode já ter começado. Uma guerra não convencional, feita de ataques terroristas, invasão de países, guerrilha, etc.
Uma guerra iniciada em 11 de Setembro de 2001, continuada no Afeganistão e agora no Iraque. Tudo isto, sem esquecer a Palestina.
Esta guerra não vai terminar com a queda de Hussein e do Iraque. Vai continuar e aos poucos irá envolvendo cada vez mais nações, se espalhando por vários locais do globo e sem um fim à vista.
Muito preocupante.

17.2.03

No livro que Luis Fernando Veríssimo escreveu, "As mentiras que os homens contam", não consta a maior mentira que normalmente conto às mulheres.
- Querida, prometo que não me venho na tua boca.
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